Apresentação e dedicatória

O meu Pai, Mário da Fonseca Marzagão, fez verso durante cerca de 60 anos. Verso bom. Poesia bonita.
Depois, cansou-se e decidiu não fazer mais. Contra todos os desafios, pedidos e súplicas, parou. "A Musa calou-se", foi a desculpa.
Felizmente, em boa hora entendeu transcrever a parte mais significativa da sua obra, recorrendo aos chamados "Livros em Branco". São essas transcrições que aqui se apresentam, com escrupuloso rigor caligráfico e ortográfico.
Como todas as manifestações culturais e artísticas, estes poemas devem ser apreciados no contexto em que foram produzidos. Épocas, modas e amores mudam com o tempo, assim mudam a frase e o estilo.
Aqui fica, para quem saiba e queira apreciar, o sincero, singelo tributo do seu Filho.

Mário Rui Freire Marzagão
2009

Livro 1 - capa e introdução

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** PRIMEIRA PARTE

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Heróis (1940)

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Fase "épica", no espírito das Comemorações do Mundo Português (1940).

Os Grandes da História Pátria (1941)

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Aljubarrota (1941)

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Sagrado Nome (1942)

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O Livro e a Pena - fábula (1943)

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Válsa Cábula (1943)

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Reminiscência dos amadores de rádio da velha guarda (Rádio Graça):

Pensando em Ti (1944)

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Sábado (1945)

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Soneto dedicado à Namorada que, empregada num Cabeleireiro, era obrigada a trabalhar ao sábado e só saía tarde e más horas, para desespero do seu galã.
A dita Namorada foi, mais tarde, a minha Mãe.

Instituto de Beleza (1945)

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Carta à Família (1950)

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Preocupações (1952)

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No tempo em que "dois contos e quinhentos por mês" (12.5 euros) era "um rico ordenado".

Caricatura (1952)

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Na Costa de Caparica, em 1952. No carrinho de bébé, estou eu.

Festa de Anos (1952)

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Nesta época, os poemas começaram a aparecer nas festas de aniversário.

Parabéns Líricos (1953)

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Este poema acompanhava o presente de aniversário, constituído por "um livro de apontamentos" e "um par de suspensórios".

O Almoço da Transfomal (1954)

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Poema lido no final de um almoço de confraternização com colegas da empresa "Transfomal".

As Prendas de Aniversário (1954)

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Este presente foi um mistério até ao fim do discurso ...

Poeta (1955)

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Versalhada (1955)

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Pinóquio (1956)

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Soneto dedicado a um galo.

Lembrança Rotativa (1956)

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Mais uma prenda de aniversário. Aqui, tratava-se de um cinzeiro com um dispositivo rotativo que "engolia" a beata.

Risca, Pisca e Faz Faísca (1957)

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A série de presentes de aniversário termina com este isqueiro a gasolina que se parece com, e opera-se como, uma caixa de fósforos (!)

Musa de Cordel (1958)

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Com a "Musa de Cordel" cala-se a outra Musa (a verdadeira) durante vinte e sete longos anos ...

** SEGUNDA PARTE

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O Poeta perde a Mulher em 1983, ganha o Neto em 1985 e volta a casar em 1988. Inevitavelmente, as novas realidades transparecem na carga emocional e afectiva dos versos.

Meu Filho (1985)

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A meu pedido, o Avô coloca na boca do Filho um soneto dedicado ao seu Neto, nascido há 1 semana. O mote foi meu, a Arte foi dele.

Natal (1985)

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Este Poema de Natal é elaborado para satisfação dos insistentes pedidos da Família.
Mais Natais vieram, mais poemas se seguiram, num espírito ora festivo e burlesco ora saudoso e sentimental.

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Amor (1985)

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